05.04.2018 • Cozinha

Ervas finas e ervas de provence: entenda a diferença

Você sabia que existem diferenças entre ervas finas e ervas de provence?

Apesar de serem desconhecidas por grande parte do público, essas diferenças se relacionam à origem e às ervas que compõem cada categoria. E ainda à maneira como elas devem ser utilizadas no preparo dos alimentos, já que são indispensáveis para deixar os pratos ainda mais aromáticos e cheios de sabor.

A utilização desses ingredientes em receitas é fundamental para ressaltar os sabores do prato — além de impressionar os amigos e familiares em recepções deliciosas e inesquecíveis! Justamente por isso, resolvemos apresentar neste artigo as principais diferenças entre estes tipos de ervas: finas e de provence.

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A origem

Normalmente, denomina-se ervas de provence a mistura perfumada de plantas culinárias secas típicas da região do mediterrâneo, mais especificamente na região sul da França, em Provence.

Sua disseminação ocorreu por meio da tentativa dos turistas de levar para as suas casas um pouco dos sabores e dos aromas da região. Em relação às ervas finas, no entanto, não é possível dizer algo exato sobre sua origem.

Isso porque chamamos de “ervas finas” o grupo de ervas aromáticas geralmente utilizado no final das preparações, já que são muito mais delicadas e podem perder todo o sabor e aroma quando submetidas ao calor e às altas temperaturas de cocção.

A composição

Tradicionalmente, a mistura básica para elaborar as ervas de provence é de manjerona, tomilho, satureja e alecrim. Mas, nos dias atuais, também pode incluir lavanda, estragão, sálvia, orégano, cerefólio, funcho, semente de erva-doce e loureiro.

Enquanto isso, as ervas finas são normalmente compostas por tomilho, salsinha, estragão e cebolinha. Todavia, também podem conter orégano, manjericão, alecrim, manjerona, coentro, estragão e até mesmo hortelã. De uma forma geral, não existe uma regra quanto a isso.

A utilização

Apesar de os dois grupos de ervas serem muito bem-vindos na elaboração de vários pratos, existem diferentes recomendações para cada um. Vejamos, então, algumas opções!

Ervas de provence

Caracterizadas por serem uma mistura de ervas secas (ou desidratadas), as ervas de provence suportam cocção e altas temperaturas. Por isso, o mix pode ser usado no início da preparação, como em legumes salteados, carnes grelhadas (porco, frango e cordeiro, por exemplo), tortas e quiches.

Elas também são ótimas opções para saborizar e aromatizar marinadas, além de serem temperos incríveis para saladas, como no molho campanha (popularmente conhecido como vinagrete) e na salada tropical.

Ervas finas

Como dissemos, as ervas finas são utilizadas frescas, uma vez que conservam assim mais aroma e sabor. Assim, devem ser adicionadas à preparação apenas ao final da receita, garantindo a conservação das características sensoriais.

Entretanto, também é possível encontrar misturas secas que, apesar de serem menos intensas, podem ser adicionadas ao início da preparação, já que se reidratam e soltam, de novo, seus sabores e aromas.

Seja utilizando um, dois ou mais tipos de planta, elas são ótimas opções para finalizar molhos, ensopados, omeletes, temperos de saladas, massas e cortes de carnes, independentemente do método de cocção utilizado.

Enfim, agora que você sabe qual é a diferença entre ervas finas e ervas de provence, já pode aproveitar essas informações e utilizá-las da maneira adequada em suas preparações! Não se esqueça de que essa é uma maneira de agregar mais sabor e aroma em suas receitas, além de se destacar pela culinária e impressionar seus convidados com pratos supersaborosos.

Então, conhece alguma receita incrível que utiliza um desses tipos de erva? Sobrou alguma dúvida? Deixe aqui o seu comentário e complemente nossa publicação!

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