05.09.2017 • Inspirações

4 dicas para montar sua própria adega em casa

Não há como negar: o vinho é um das bebidas de destaque quando se pensa nas opções fermentadas existentes no mercado. É excelente para acompanhar refeições, brindar em ocasiões comemorativas e ser saboreado depois de um dia de trabalho. Não é à toa que a cada dia mais pessoas demonstram interesse em ter uma adega em casa.

Pensando nisso, reunimos 4 dicas para ajudar você a realizar esse desejo e se tornar um verdadeiro apreciador de vinhos. Confira!

1. Atente-se à temperatura local

Antes de escolher o ambiente para ter uma adega em casa, é importante pensar em um aspecto que é indispensável para uma boa conservação das bebidas e pode, inclusive, inviabilizar o recinto de recebê-las: a temperatura local.

Isso porque a qualidade da bebida fermentada é intrinsecamente ligada ao clima, podendo sofrer mudanças drásticas no sabor e aroma por causa de temperaturas elevadas. Em alguns casos, elas podem até estragar devido à oxidação que é acelerada pelo calor.

O ideal é investir na climatização do espaço onde os vinhos serão colocados, especialmente quando você deseja ter em sua residência uma boa cartela de títulos, para jantares em família e recepções de convidados.

2. Defina o ambiente adequado

Agora que você já sabe sobre a importância da temperatura na adega em casa, é hora de definir onde ela será instalada. Para isso, considere ambientes como a sala de estar, a sala de jantar ou a área gourmet. Afinal, a adega precisa estar em um local próximo de onde serão feitas as refeições e também dos espaços de socialização no seu imóvel.

Além disso, evite recintos que tenham uma forte incidência dos raios solares e da iluminação artificial direta — como spots e lâmpadas no teto —, já que a luz gera calor e, como já dissemos, isso pode modificar e até estragar as bebidas.

3. Escolha os tipos de vinhos

Quando se pensa em montar uma adega em casa é normal surgirem dúvidas sobre que tipos de vinhos adquirir, já que há diferentes opções. Para ajudar você quanto a essa tarefa, temos uma dica: comece com os tintos e os brancos.

A razão disso é que ambos costumam ser os que têm mais apreciadores e agradar a diferentes paladares pela variedade de títulos e processos de fermentação.

Fora isso, os primeiros vão muito bem nos dias frios e harmonizam com pratos com carnes. Já os brancos, por sua vez, são uma ótima pedida para dias mais quentes e combinam com massas e frutos do mar.

4. Não abra mão dos utensílios para vinhos

Por fim, mas não menos importante, é indispensável a presença dos utensílios para vinhos. Afinal, eles vão ajudar você a manusear, conservar e, claro, saboreá-los da melhor forma. Para começar, há as taças para os vinhos tintos e brancos, que permitem uma melhor experiência quanto ao sabor, ao aroma e à manutenção da temperatura de ambos.

Outra peça-chave é o saca-rolhas, que pode ser, inclusive, a pressão. Mas não para aí, já que outros itens ajudam a complementar o ato de servir e degustar essa bebida única, como termômetros (digitais ou analógicos), cortador de lacrefuniltampasdosadormarcadores de corpo e anel para garrafa.

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